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Existe vida além das sacolas plásticas

Postado em 01/02/2011 às 11h21
Os sacos plásticos são grandes vilões da natureza. A verdade é que existem muitas alternativas para esse problema. (Imagem:ecoguardian)
 

Os sacos plásticos são grandes vilões da natureza, no entanto muitas pessoas continuam a utilizá-los por comodidade ou com a desculpa de que os acessórios são úteis para o descarte de lixo. A verdade é que existem muitas alternativas para esse problema.

Para conscientizar as pessoas de que as sacolas plásticas podem causar grandes impactos no meio ambiente, o Ministério do Meio Ambiente lançou no ano passado a campanha Saco é um Saco, para mostrar os estragos que um item aparentemente inofensivo pode oferecer e mostrar soluções.

Além disso, algumas cidades espalhadas pelo Brasil proibiram os comércios de distribuírem sacolas plásticas livremente. No Rio de Janeiro, por exemplo, os clientes que rejeitarem o item têm descontos na compra e os estabelecimentos que não se adaptarem à legislação são obrigados a pagar multas.

Com essa norma se tornando cada vez mais comum, é importante apresentar ao consumidor maneiras alternativas para suprir as funções que são normalmente exercidas pelas sacolas plásticas.

A primeira delas já foi apresentada anteriormente pelo CicloVivo e provou ser eficiente, trata-se do saquinho de jornal, que pode ser feito em casa, reaproveitando mais um item que normalmente é jogado fora com pouca utilidade.

Outra opção é o saco reciclado que, como o nome já diz, tem em sua matéria-prima itens plásticos já utilizados anteriormente. As sacolas normalmente disponibilizadas nos mercados, não podem ser feitas nesse mesmo formato por causa das normas de saúde estabelecidas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Como a principal utilização dos saquinhos plásticos é normalmente o descarte de outros resíduos, também é possível usar uma caixa de papelão para cumprir essa função. O impacto do papel na natureza é muito menor do que o do plástico, que chega a demorar até 400 anos para se decompor.

Reduzir a quantidade de lixo produzido também é um jeito eficiente de diminuir o grande número de sacolas plásticas descartadas no meio ambiente. Por isso, além de destinar os resíduos sólidos à reciclagem, é interessante trabalhar com a compostagem do lixo orgânico, que pode ser feita dentro de casa, de maneira simples e sem tecnologia. Para isso, as únicas coisas necessárias são: caixa, terra e minhoca.

Os motivos para rejeitar as sacolinhas plásticas são muitos e a solução para elas também. Portanto, independente de leis ou campanhas, o que vale é a consciência de cada um em estar fazendo o melhor para o futuro do planeta.

Por Thaís Teisen - Redação CicloVivo

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Mandala

Muito bacana, essa campanha do Ministério do Meio Ambiente é muito bem bolada. Acredito que o fim das sacolas plásticas é a forma mais fácil iniciar um processo de "sustentabilização" da vida urbana. A grande maioria da população parece disposta a abrir mão dos saquinhos. Falta, apenas, essa lei se expandir pra todo o país e não ficar concentrada em um ou outro estado. www.mandalabh.blogspot.com

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@msbarrios

Não adianta muito mostrar os males do saco plástico sem dar uma alternativa. E neste mundo digital, eu não leio mais jornal em papel, então não posso fazer o saco sugerido. O ideal para mim seria comprar os tais sacos reciclados, mas não sei onde tem para vender aqui em Porto Alegre. E que não sejam caros, né? :)

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