A primeira usina solar comercial do Brasil está com as suas obras caminhando para que a inauguração e o início dos trabalhos se deem ainda neste ano. A previsão é de que a estrutura, instalada no Ceará, entre em funcionamento no primeiro semestre de 2011.
A usina MPX Tauá, do empresário Eike Batista, já tem 70% de sua construção pronta. No início de fevereiro o local começou a receber as instalações da estação meteorológica, que receberá informações climáticas com o intuito de melhorar o desempenho e a capacidade de produção energética da usina.
Conforme divulgado pela empresa, a central de análises meteorológicas construída na usina seguirá os padrões da Organização Meteorológica Mundial. Essa estrutura possibilitará a realização de trabalhos específicos que melhorem o desempenho na produção de energia limpa.
O projeto recebeu investimento de R$ 10 milhões e será sediado na região de Inhamuns, no Ceará. A usina contará com 4.680 painéis fotovoltaicos, espalhados por 12 mil metros quadrados e com capacidade inicial para a produção de um megawatt. No entanto, o planejamento é de que esse potencial chegue a 50 MW.
O anúncio deste projeto havia sido feito em setembro de 2010 pelo próprio empresário. Na ocasião, Eike Batista informou que com a capacidade inicial a usina poderia abastecer 1.500 residências. Mas, em dois anos de trabalho esse número chegaria a ser cinco vezes maior, podendo ser expandido em até 50 vezes. Com informações do Ambiente Energia.
Redação CicloVivo
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A iniciativa é de tirar o chapéu. É um empreendimento que busca gerar energia limpa, uma necessidade iminente para a preservação do mundo em que vivemos, aliado à geração de emprego numa região do país carente de oportunidades de trabalho. Parabbéns. |
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| ana lucia
Maravilha! Queremos mais! Esse é um dos caminhos sustentáveis! Todos os esatdos dos NE e NO podem se beneficiar dessa tecnologia. Creio que poderia ser uma opção fantástica para implantação nos nossos desertos - seria uma renda para locais sem renda alguma! |
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| Ramon Padilha
A iniciativa é louvável. Sugiro examinar o melhor aproveitamento da área, utilizando a instalação vertical e não horizontal. Essa forma horizontal, ocupa muita área do terreno e a vertical dá mais eficiência na questão dos impactos. |
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