meio ambiente

 

Ibama não controla vazamentos de óleo no Rio de Janeiro

Postado em 20/12/2011 às 13h43

Problemas como este são comuns. De cada dez vazamentos de óleo ocorridos na Baía da Ilha Grande apenas um caso é identificado a fonte do despejo. | Imagem: Divulgação Governo do Rio / AP

 

Depois do vazamento de óleo na Bacia de Campos no Rio de Janeiro, uma situação idêntica ocorreu na Baía da Ilha Grande, no litoral do estado, na última sexta-feira (16). O problema não é novidade, a questão é que em 90% dos casos há negligência do Ibama.

O óleo vazou de um navio-tanque que pertence à empresa Modec, prestadora de serviços da indústria do petróleo. A mancha chegou a praia do Bonfim, a 2,5 quilômetros do centro de Angra dos Reis, e poluiu a areia e o costão rochoso.

A Polícia Federal e o governo do Estado do Rio informaram que foram cerca de dez mil litros de óleo combustível. Em nota, a Modec afirma que o volume total não ultrapassou mais de dois mil litros. Mesmo o numero sendo bem inferior ao derramamento de óleo do Campo de Frade, o secretário estadual do Ambiente, Carlos Minc afirma que “o impacto ambiental é bem maior, já que ocorreu em uma região bastante sensível do ponto de vista da biodiversidade".

Problemas como este são comuns. De acordo com uma reportagem do Estadão, de cada dez vazamentos de óleo ocorridos na Baía da Ilha Grande apenas um caso é identificado a fonte do despejo. Acredita-se que isso aconteça, principalmente, por serem poucas as investigações dos órgãos ambientais uma vez que são as próprias empresas responsáveis pelos vazamentos que relatam o ocorrido ao Ibama ou à Marinha.

O chefe do Ibama em Angra dos Reis, José Augusto Morelli, afirma que o órgão não tem estrutura para fiscalizar a circulação marítima na região, sendo cinco funcionários no escritório para uma só lancha. "Os vazamentos não são novidade. Você anda de barco e vê manchas de óleo. É comum. A frota que circula aqui é gigantesca, são milhares de embarcações, todas elas com potencial de soltar óleo no mar", disse Morelli.

A Modec informou que não sabe a causa do vazamento. Ao contrario do que foi noticiado no fim de semana, o superintendente do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), Júlio Avelar, negou que o órgão já multou a empresa em R$ 10 milhões. Com informações do IG e G1.

Leia também
 




  • 2 comentários
  • 00
  • Compartilhar:
Envie o seu comentário
Camila

Continuando, solicito mais respeito dos jornalistas em relação às declarações dos profissionais, pois o jornalista do Estadão distorceu as palavras do chefe do IBAMA e agora estão defamando o IBAMA. É necessário RESPEITO antes de publicar uma noticia querendo apenas sensacionalismo! Em momento algum o IBAMA ignora vazamentos, o que ele quis dizer é que pequenas embarcações como de lazer e pesca as vezes soltam minisculas manchas e que seria impossivel controlar todas essas pequenas embarcações.

10
Camila

Por favor, menos!! Vamos parar com o sensacionalismo! No primeiro parágrafo a reportagem diz que houve "um vazemento idêntico ao da bacia da campos". Gente, não houve nem 1/4 do que estão falando! Por que os jornalistas adoram tragédias? O vazamento foi mínimo, a empresa avisou apenas por ser obrigação dela, na verdade não se pode afirmar que a mancha na praia do bonfim seja mesmo a procurada, pois ainda esta em análise. Não houve impacto como diz o Sr Minc e a Modec NÃO foi multada!

10
 
 

meio ambiente

últimas notícias

 

O conteúdo desta página requer uma versão mais recente do Adobe Flash Player.

Obter Adobe Flash player

Receba notícias no seu email

agenda sustentável

PUBLICIDADE

+ lidas

  1. Saiba como fazer uma horta caseira reutilizando garrafa PET
  2. 8 maneiras de fazer um jardim vertical
  3. Aprenda a fazer a horta de garrafa PET do “Lar Doce Lar”
  4. 5 maneiras de fazer artesanato com jornal
  5. 10 enfeites natalinos sustentáveis para você fazer
  6. Dica: Como fazer uma árvore de natal reutilizando garrafas PET
  7. Decoradora premiada trabalha exclusivamente com garrafas PET

enquete

Você trocaria o seu livro por um e-book?

Sim, é fácil de se comprar, mais barato e posso ler em qualquer lugar.
Não, nada pode ser comparado ao papel em minhas mãos.
Não, eu gosto de colecionar meus livros em casa.
Eu prefiro pegar livros emprestados na biblioteca.
Apenas em alguns casos.
PUBLICIDADE

programas