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Idec e Procon se manifestam sobre fim das sacolas plásticas em SP

Postado em 02/02/2012 às 09h40

O Idec alega que não houve um processo de conscientização e informação para os consumidores l Foto: Mayra Rosa/CicloVivo

 

O fim da distribuição gratuita das sacolas plásticas no estado de São Paulo ainda tem gerado polêmica. Para o Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor), a população não foi bem informada sobre a mudança. A Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon) também se manifestou na última quarta-feira (1), informando que os supermercados são obrigados a oferecer alternativas gratuitas às sacolas plásticas.

A medida, fruto de um acordo entre o governo estadual e a Apas (Associação Paulista de Supermercados) com a campanha “Vamos tirar o planeta do sufoco”, está em vigor desde o dia 25 de janeiro. O principal mote usado pela campanha é de que os consumidores levem suas próprias sacolas retornáveis às compras, para evitar a quantidade de resíduos gerados pelas embalagens.

“É louvável que a Apas tenha tomado a iniciativa, mas o Idec entende que não ocorreu o processo de conscientização e informação necessário para que o consumidor cumpra a sua parte”, argumentou Lisa Gunn, coordenadora executiva do Idec, em declaração ao Estadão.

Uma das maiores preocupações do Idec e do Procon é com o nível de informações que os consumidores têm em relação às sacolas biodegradáveis, que serão comercializadas a R$ 0,19 no ponto de venda. Para Lisa, não foi divulgada a origem desse valor ou quais eram os custos das sacolas tradicionais, cujo preço estava embutido nos produtos.

A Apas e o Ministério do Meio Ambiente se defendem dizendo que nenhum cliente sairá do comércio sem ter onde armazenar as suas compras. “A primeira providência é trazer de casa [a sacola retornável]. Se não trouxer, o caixa vai oferecer a biocompostável. Se ele não quiser comprar, a loja oferecerá caixa de papelão”, explicou o diretor de sustentabilidade da Apas, João Sanzonovo.

O representante da Apas ainda usou como exemplo os resultados obtidos em Jundiaí, em que a maior parte da população se mostrou disposta a mudar seus hábitos tradicionais e adotou o uso de opções mais sustentáveis como caixas e sacolas ecológicas. Já que a preocupação principal é com a quantidade de resíduos descartados, a Associação também deverá apresentar uma solução ambientalmente correta para a logística reversa das sacolas retornáveis que perderem o uso. O prazo para isso é de apenas três meses. Com informações do Estadão do G1.

Redação CicloVivo

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aloisio1783

Sobre a sacola até entendo, mas expliquem-me como vai vender os refrigerantes como Dolli ou outros que usam garrafas de plastico. Sera que tem uma solução pois o que mais vemos nos rios e bueiros é garrafa plastica obstruindo as vias públicas e mananciais, exemplo beira de represas.

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Edneia Parente da Silva

engraçado é que só as sacolinhas do supermercado entra em discussão. E as lojas de roupas? livrarias? farmácias? calçados? cartao de bc.,lojas vencidos que são plásticos,etccomo ficam? se o supermercado tem sacolinhas pra vender, e o preço embutido, porque não dar para o povo? tem desconto no valor de compra , qdo compra-se algum produto do mercado? pagamos R$0,19 pela sacola, qtos $0,19 o mercado ganha?pode a outra, que seja dado a biocomostável, ou nós consumidores,compraremos só o necessário

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Fernando E. R. Figueiredo

Falácia e mentira deslavada, a população de Jundiaí se resumiu a uma meia dúzia de pessoas que foram enganadas, estive lá e vi como os consumidores não aceitavam pagar as sacolinhas de 19 cents... ficavam então com a opção das caixas, pois os sacos de lixo tinham subido assustadoramene, 250% mais caros do que em Cps... e se alguém for ver o que anda sendo dito na internet, vai ver que a rejeição a esta "estória" mal contada é maior do que 90%, são poucos que realmente ainda estão se en

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