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Izabella Teixeira anuncia liberação de créditos para combater mudanças climáticas

Postado em 14/02/2012 às 09h00

O programa foi lançado em 2011, mas somente agora tem as linhas de crédito liberadas, conforme informado pela ministra Izabella Teixeira l Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/ABr

 

O Fundo Clima está em vigor. O anúncio foi feito na última segunda-feira (13) pelo Ministério do Meio Ambiente e pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). A proposta tem como objetivo incentivar o desenvolvimento sustentável no Brasil.

O programa foi lançado em 2011, mas somente agora tem as linhas de crédito liberadas, conforme informado pela ministra Izabella Teixeira e pelo presidente do BNDES Luciano Coutinho. Inicialmente estarão disponíveis R$200 milhões, mas é possível que o montante alcance R$560 milhões até o final deste ano.

A verba estará disponível para financiar projetos que reduzam a quantidade de gases de efeito estufa liberados pelo setor de transportes, energia e que trabalhem com o intuito de melhorar a mobilidade urbana em grandes cidades brasileiras. Além disso, pesquisas direcionadas a essas áreas também terão espaço no financiamento.

Outros setores que estão inclusos no projeto são máquinas e equipamentos eficientes, ações de combate à desertificação e estruturas que transformem resíduos em energia.

O petróleo é o maior fornecedor de recursos usados no programa, responsável por prover 60% do capital através da Participação Especial do Petróleo, recebido pelo Ministério. Apesar de contar com o apoio direto do BNDES, nem todo o montante será disponibilizado em forma de empréstimo. O MMA será responsável pela gestão de uma parte que será investida sem reembolso.

Para Mauro Pires, secretário de mudança climáticas do MMA, “alinha de crédito do Fundo Clima é um instrumento importantíssimo para que o Brasil consiga alcançar compromissos nacionais voluntários de redução de emissões de gases de efeito estufa”. Segundo ele, a medida deve incentivar empreendimentos eficientes, que reduzam as emissões de gases de efeito estufa e auxiliem no combate às mudanças climáticas.

Os projetos poderão contar com até 90% do valor financiado pelo BNDES, com taxas de juros de 2,5% ao ano e prazo de até 25 anos. Com informações do Globo Natureza.

Redação CicloVivo

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Dalva Pereira Conceicao

Gostaria de saber se existe a possibilidade de Condominios Residenciais, tb se beneficiarem destas linhas de credito. Nosso condominio tem interesse em captar agua da chuva, compostar residuos organicos, implantarmos o sistema de energia eolica, ampliarmos nossa horta, pomar . Temos uma area de 5.000m2 mas temos poucos recursos para realizarmos estes investimentos. Aguardo um retorno. Atenciosamente Moradora do Condominio Joao Paulo I e II em Florianopolis SC

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