Brasil entra para top 15 do ranking de energia renovável
05 de Julho de 2011 • Atualizado às 04h22

A consultoria Ernst & Young publica, a cada três meses, um ranking com os 35 países mais atrativos para se investir em energia renovável. O Brasil pela primeira vez entrou para a lista dos top 15 do ranking, realizado desde 2003.

No último trimestre, o Brasil subiu da posição 16 para 12, principalmente, porque foi expandida a energia eólica do país. Por outro lado, caíram os índices de alguns países que estavam à frente e lideravam o ranking, pois diminuíram os incentivos e restringiram o acesso ao capital para projetos que visem a natureza.

Acredita-se que os desastres naturais e as recentes “turbulências políticas” influenciaram na escolha de energias renováveis, sendo um estímulo positivo, ou seja, devido a tais eventos os países irão ampliar o uso de energias limpas.

Alguns países mantiveram suas posições. A China, por exemplo, continua ocupando a primeira posição do ranking, por causa de seus projetos de geração de energia em água marítimas. Este país, o mais populoso do mundo, tem como meta obter 11,3% de sua energia a partir de combustíveis não fósseis até 2015.

Os Estados Unidos também permaneceram no segundo lugar pelo sucesso de seus projetos em energia solar. O terceiro lugar ficou com a Índia que subiu no ranking ultrapassando a Alemanha.

Além do Brasil, mais quatro países entraram na lista dos países mais promissores para investimentos em renováveis, entre eles Marrocos e Taiwan. Em contrapartida, o Japão perdeu três posições, pois preferiu adotar o gás natural e importar petróleo, após o acidente em Fukushima que comprometeu a geração de energia.

Para Luiz Claudio Campos, sócio da área de financiamento de projetos da Ernst & Young Terco, o investimento em energia solar é promissor.

“Está claro que o setor solar está diante de desafios e oportunidades de crescimento. É um bom momento para as empresas continuarem focadas na redução de custo, eficiência da cadeia produtiva e gerenciamento de risco e capital”, avalia Campos. Com informações de Época Negócios e Ernst & Young.

Redação CicloVivo

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