Operários de Belo Monte paralisam obra pela segunda vez
23 de Abril de 2012 • Atualizado às 05h00

Os operários da usina de Belo Monte, que está sendo construída em Altamira, no Pará, pedem melhores condições de trabalho. Nesta segunda-feira (23), eles paralisaram as obras para que sejam ouvidos pelas autoridades.

Os trabalhadores fecharam o principal acesso aos cinco canteiros de obras, no km 27 da Rodovia Transamazônica. O estado de greve começou na última quinta-feira (19). Eles reivindicam aumento da cesta básica, que atualmente é de R$ 95, e diminuição do intervalo entre os períodos de folga, pois hoje eles só podem visitar a família a cada seis meses.

Os líderes da manifestação bloquearam o acesso dos ônibus de forma que é impossível passar por qualquer uma das cinco frentes de trabalho de Belo Monte.

Até o momento, o Consórcio Construtor de Belo Monte (CCBM) não deu declarações sobre o caso. Os trabalhadores, por sua vez, mantêm os serviços essenciais nos canteiros de obras, como atendimento médico, segurança e alimentação.

Esta é a segunda vez que as obras são paralisadas pelo mesmo motivo. No dia 27 de março, o operário Francisco Orlando Rodrigues morreu em um acidente de trabalho. Ele era empregado de uma empresa terceirizada da usina onde prestava serviços de supressão vegetal.

Na época, os funcionários de dois dos cinco canteiros de obras paralisaram as obras e também exigiram melhores condições de trabalho. Os responsáveis pela construção afirmaram, na ocasião, que a suspensão de atividades não tinha relação com a morte do operário. Com informações do G1.

Redação CicloVivo



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