Pesquisa revela os 7 alimentos mais adulterados nos EUA
18 de Abril de 2012 • Atualizado às 04h00

A publicação Journal of Food Science publicou uma pesquisa dos alimentos norte-americanos que mais sofrem alterações na sua composição. A redução de custos financeiros é a principal causa destas adulterações.

O relatório foi encomendado pelo Departamento de Segurança Interna do país e financiado pelo Centro Nacional de Proteção de Alimentos e Defesa da Universidade de Minnesota.

Dentre as inadequações incluem-se as propagandas com afirmações falsas para benefício econômico. Por vezes, o anúncio pode render até processo judicial, como ocorreu no caso de uma caixa de suco de laranja. A embalagem afirma em seu rótulo que contem uma fórmula 100% natural.

O Journal of Food Science possui um banco de dados (FoodFraud.org) que contém 1.054 registros de pesquisas acadêmicas e mais 251 relatórios de mídia. O resultado desta última análise foi publicado no início do mês.

Confira os 7 alimentos mais adulterados:

Azeite ­- Geralmente, ele é adulterado com óleo de milho, óleo de avelã e óleo de palma. A recomendação é que consumidor só compre este produto em lojas que possuem um rigoroso controle de qualidade.

Leite - Uma prática assustadora é adicionar ao leite água oxigenada e/ou soda cáustica. Desta forma, o processo se torna mais barato e causa oxidação das vitaminas A e E. A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) adverte sobre a necessidade de checar a  data de validade e a tabela nutricional antes de consumi-lo.

Mel - Nos Estados Unidos, um terço do mel está contaminado. A concentração de algumas substâncias, como glicose, xarope de milho e frutose, é bastante alta. Já no Brasil, não há relatos expressivos sobre este fato.

Açafrão - Considerada uma das especiarias mais caras do mundo, a planta recebe corante, gelatina, amido, entre outros contaminantes. Seu alto custo deve-se ao fato de que para se obter um quilo de açafrão seco, são processadas manualmente cerca de 150 mil flores, e para isso é preciso cultivar uma área de cerca de dois mil metros quadrados.

Suco de laranja - Há uma proporção correta entre o ácido isocítrico e os outros ácidos existentes neste suco. Ao determinar esta quantidade é possível identificar a adulteração no líquido. Nos EUA, o órgão que regulamenta esta área, detectou a presença de fungicida (espécie de pesticida) no suco de laranja exportado pelo Brasil.

Suco de maçã - A pesquisa mostrou que este suco que é vendido em caixinhas, pode conter diversos contaminantes. Tais como: arsênio, xarope de milho e adoçante sintético. Os alimentos que são frequentemente contaminados pelo arsênio são peixes e crustáceos.

Café - Esta bebida tão querida pelos brasileiros pode conter milho, cevada e centeio. Tudo isso em grande quantidade. Há marcas que acrescentam até caramelo para, aparentemente, atrair os consumidores que gostam de doce. Durante as pesquisas foram encontrados até madeira e casca de árvores. Com informações do Huffington Post.

Redação CicloVivo



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