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jardim comestível
Foto: Universo da Floresta

A permacultura é uma alternativa real para quem busca um estilo de vida mais saudável e conectado à natureza e às pessoas. Para abordar este tema, o Universo da Floresta realiza o PDC – Curso de Design em Permacultura – no Sítio Pau d’Água, em Piracaia, a apenas 100 km de São Paulo.

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Como construir uma casa de baixo impacto ambiental, plantar uma horta biodiversa e fazer tratamento natural de esgoto são alguns dos ensinamentos do curso. Como produzir os próprios alimentos sem agrotóxicos e fazer uma partilha justa dos excedentes produzidos também integram a programação. 

Em 80 horas, a formação em permacultura segue o método criado pelos cientistas australianos Bill Mollison e David Holmgren, na década de 1970, mas adaptado com atividades práticas do contexto brasileiro.

Depoimentos

O curso é especialmente voltado para quem viveu muitos anos na cidade e não faz ideia de como é uma vida rural ecológica. A Clarissa, por exemplo, morava na cidade, comprou um sítio e agora quer viver de forma mais integrada à natureza. 

Veja o vídeo AQUI.

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Já o Tales, ao fazer o PDC, entendeu qual seu lugar no mundo e como pode viver em harmonia com a natureza.

Veja o vídeo AQUI.

A Permacultura mostra o que é preciso fazer para acelerar o processo de transição para o campo e planejar um sítio que consiga produzir água limpa, comida sem veneno e economizar energia.

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Durante a imersão, os participantes vão conhecer todas as soluções ecológicas que foram implantadas no Sítio Pau d’Água seguindo os princípios da permacultura. 

Permacultura

A permacultura sistematiza tecnologias ancestrais e atuais de diversas áreas do conhecimento para criar assentamentos humanos sustentáveis. É uma metodologia que ajuda a gerar renda em uma propriedade rural (ou urbana), economizar tempo e ainda nos permite viver em harmonia com o meio ambiente.

curso de permacultura

Foto: Universo da Floresta

De forma básica, é possível dizer que a permacultura mostra que é possível morar coletivamente neste planeta sem destruí-lo. Para que isso seja possível, orienta-se por 3 princípios éticos: cuidar da terra, cuidar das pessoas e cuidar do futuro. No trabalho de conclusão do PDC, os participantes vão elaborar um design/planejamento do próprio Sítio Pau d’Água, aplicando os conhecimentos aprendidos durante o curso. 

O conteúdo está dividido em 4 blocos:

  • Bloco 1: Introdução à Permacultura História, Princípios e Ética da permacultura

Design por Zonas e Setores, Análise de Elementos Leitura da Paisagem. Neste bloco, são discutidos os 3 princípios da permacultura e os 12 princípios do design.

  • Bloco 2: Paisagem Construída

Fundamentos da bioconstrução, design solar, uso e tratamento da água, energia e tratamento de resíduos

  • Bloco 3 – Paisagem Cultivada

Fundamentos da Agroecologia, o solo e criação de animais

  • Bloco 4 – Sistemas Invisíveis

Economia e decrescimento, sistemas de governança e assentamentos humanos. Basicamente, como gerar renda sem produzir mais desigualdade.

Inscrições

O Curso de Design em Permacultura (PDC) acontece no Sítio Pau d’Água, em Piracaia, entre os dias 9 a 17 de julho. O valor de R$ 2.300 fica por R$ 1.697 à vista, tendo alimentação e hospedagem inclusos. Inscrições aqui.

Facilitadores

O permacultor Edilson “Dirço” Cazeloto é ex-jornalista e ex-professor de pós-graduação que largou tudo para morar na roça de forma sustentável. Atualmente administra o Sítio Pau d’Água, espaço destinado a cursos e eventos nas áreas de Permacultura, Agroecologia, Bioconstrução, Saúde Integral e Cultura Popular.

O professor e permacultor Henrique Genereze toca violão, sabe plantar e construir casa. Enxerga na Permacultura um caminho para colocar todos esses interesses em diálogo com a ecologia e a promoção de sustentabilidade aliada à justiça social.

Sítio Pau d’Água

O Sítio Pau d’Água tem atraído uma legião de pessoas interessadas em “experiências de sustentabilidade”. Em cinco anos, o Sítio, que era um antigo pasto, transformou-se em um pequeno oásis. Metade dos três alqueires está sendo reflorestado (3 mil árvores plantadas nos últimos dois anos) e 3 módulos de Sistemas Agroflorestais já foram implantados.

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